De olho no Enem – Matemática em apoio à redação – Encerramento da atividade

Parabéns a todos os que realizaram a atividade.

Reforma no sistema previdenciário e suas consequências

A previdência social foi constituída para certificar ao cidadão um equilíbrio financeiro para os dias em que este não atuar junto da população economicamente ativa, no entanto, o sistema previdenciário vem sofrendo alterações com a desculpa de que esta garantia está ocasionando sérios prejuízos, mas a dúvida que permanece é: quem pagará a conta?
Segundos dados publicados pelo INSS, o prejuízo da previdência foi de R$41.535 bilhões somente no ano de 2016, custos que representam mais de 10% do PIB brasileiro, o que torna o sistema cada vez mais insustentável e com déficits persistentes, logo, mudanças para alterar este cenário tornam-se indispensáveis.
O governo alega que a crescente redução nas taxas de natalidade juntamente com o aumento da expectativa de vida são fatores que tornam um desafio a manutenção do sistema, tal que, com um baixo índice de natalidade torna-se baixo o número de contribuintes responsáveis pela previdência dos aposentados, que com maior expectativa de vida utilizam o sistema por mais tempo.
Logo, torna-se notável que as consequências da má administração da previdência cairão sobre os presentes trabalhadores, que trabalharão anos a mais para suprir os prejuízos do sistema com a possível dúvida se sobreviverão para um dia também desfrutarem deste direito.
Dado o exposto, se refletirmos sobre o dito do filosofo Aristóteles ” A base da sociedade é a justiça” nos restará a conclusão de que a justiça mais do que nunca deve ser feita, por parte do governo onde a União deve alterar a lei que permite a retirada de fundos da previdência para reduzir dívidas públicas, e por parte da sociedade que deve manifestar-se para que medidas sejam tomadas, mas que estas medidas sejam justas para todos.

Infográfico:

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Alunas: Greyce Kelly e Júlia Teixeira –  3º ano B

Tema: Família – Novas formas

“Tenho pai, irmão, mas não tenho mãe. Quem não tem mãe não tem família” afirmava o grande filósofo Platão em IV a.C., não obstante, o conceito de família sofreu modificações. Porém, o preconceito sofrido por novos arranjos familiares não é uma problemática de séculos passados, mas sim atual. Tendo em vista que famílias, em pleno século XXI, ainda sofrem preconceito pela sua constituição.
De fato, muitas famílias ainda sofrem discriminação no território nacional, como é o caso de incontáveis grupos que possuem união homoafetiva. De acordo com pesquisas do IBGE, esse é o grupo familiar que mais cresce, os provenientes de arranjos homossexuais, contudo, é o grupo que mais sofre agressões físicas e psicológicas.
No entanto, não são apenas os provenientes desses laços familiares que sofrem violência. É exponencial o crescimento do número de mulheres e homens, nos dias atuais que são atingidos pelo preconceito, devido a sua opção de estado civil. Como acontecia na idade media, por exemplo, quando mulheres eram alvo de discriminação por estarem separadas de seus maridos. Nota-se então, que esse pensamento além de discriminatório, é arcaico e assombra nossa sociedade atual.
Com base nas informações abordadas, confirma-se que o Estado brasileiro não acompanha a dinâmica social e não elabora estratégias para melhor aceitação dessas famílias no meio social. Portanto, são necessárias mudanças na legislação para inclusão desses novos arranjos, a mídia por sua vez deveria promover de forma sutil a valorização destes em programas de entretenimento, para que a massa populacional compreendesse que deve se, acima de tudo, respeitar essas famílias.E assim a família, teria o papel principia de educar seus membros para aceitar o fato de que esses grupos familiares são detentores de direitos, como qualquer outro cidadão.

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Alunos: David Henrique – Gabriella Oliveira – Maria Karoline 3º ano C

Desigualdade Social no Brasil

São perceptíveis nos dias atuais, as inúmeras formas de desigualdade no Brasil. Seja de gênero, racial, ou de qualquer outro tipo, muitas pessoas são prejudicadas por ela. Porém, a que mais acarreta problemas para os cidadãos de uma forma geral, é a social.

A má distribuição de renda, a má administração dos recursos e, fundamentalmente, a falta de investimento nas áreas sociais, culturais, de saúde e educação, são fatores que geram a desigualdade social, também chamada de desigualdade econômica. Contudo, o principal fator que fez com que o Brasil chegasse à situação de calamidade que está, foi a corrupção.

Com o dinheiro desviado através da corrupção, não sobra dinheiro suficiente para atender todos os setores da sociedade, o que faz com que a pobreza, a miséria, as taxas de desemprego e outros inúmeros fatores cresçam. Assim, um problema vai gerando outro, que formam uma gigantesca “bola de neve” que faz com que a qualidade de vida das pessoas diminua.

Levando-se em conta o que foi observado, achar uma solução para esse problema não é algo difícil, pois tudo se trata da ética e do bom senso das pessoas. Com um governo onde os políticos são praticantes do bom senso, a corrupção se torna impossível, portanto, para que a desigualdade social acabe, é preciso que a ponta da sociedade seja ética.

Infográfico:

Infográfico: Desigualdade social no Brasil

Alunos: Gabriel Gonçalves – Matheus Gomes – Nathan Costa – 3º ano E

O limite entre estética e saúde
É um fato que padrões de beleza sempre existiram na humanidade, mas a situação torna-se preocupante quando milhares de indivíduos comprometem sua saúde na ânsia de alcançá-los.
Apesar dos visíveis danos que os sacrifícios em nome da beleza promovem, as ocorrências médicas nesse sentido não param de crescer: pesquisas revelam que os distúrbios alimentares anorexia e bulimia aumentam 1,08% ao ano, distúrbios estes ligados a obsessão com a magreza e cujos índices de mortalidade chegam a 15%. Além de tais patologias o uso de anabolizantes, hormônios sintéticos utilizados para ganho de massa muscular que podem causar graves complicações corporais, evoluiu 75% em apenas 6 anos. Estas substâncias são empregadas por pelo menos 1,2% dos jovens brasileiros. Como se não bastasse, o Brasil ocupa o segundo lugar no ranking mundial de cirurgias plásticas, estas muitas vezes arriscadas e cuja eficácia é baixa, uma vez que apenas 15% dos pacientes saem satisfeitos do centro hospitalar.
A maior beneficiada com tal cenário é a chamada indústria da beleza, que movimenta milhões de reais anualmente. Auxiliada pelos artifícios da mídia, este mercado leva os indivíduos a crerem que sua felicidade e valor dependem diretamente de sua aparência, influenciando-os a alterá-la a qualquer custo. Tal manipulação atinge principalmente mulheres, que representam 80% dos pacientes de cirurgia plástica e 90% dos indivíduos que sofrem de distúrbios alimentares.
Portanto, a beleza deixou de ser algo meramente agradável aos olhos para se tornar uma fonte eficaz de dinheiro, e o singelo instinto humano de admirar o belo é usado contra ele mesmo em nome do lucro. A disseminação da autoaceitação e o respeito pelas limitações corporais individuais pode ser o começo de uma resolução para a problemática.

Infográfico: Infografico3CGabrielle

Alunos: Gabrielle Aparecida – 3 ano C

Tema: Família – Novas formas

As formas de família evoluíram e com o tempo a concepção tradicional de família foi fragmentada superando barreiras étnicas e satisfazendo desejos naturais, dando origem à novas combinações de cônjuges, cuja as mesmas, são tratadas com preconceito por não terem aceitação social, sofrendo violência moral, física e verbal.
O Brasil possui influências que muitas vezes desvalorizam grupos minoritários, o que justifica tamanho índice de violência contra os mesmos. Existem leis e projetos que defendem tais grupos, principalmente negros, mulheres e toda sociedade LGBTQ+. A aceitação da lei que une casais homoafetivos, cujo número supera 60.00 famílias, acarretou dilemas sociais como homofobia, que já foi presente em 90% das famílias de casais homossexuais. Em 2013, foi aprovada a lei que permite a união de pessoas do mesmo sexo, e de 2012 a 2015, a oficialização de tais casais já registrou mais de 4.854 casamentos, sendo 53% entre mulheres e 47% entre homens.
As novas formas de família no Brasil é uma crescente – conforme o gráfico apresenta – segundo os novos conceitos onde até pais e mães solteiros são considerados família, quais são chamados de uniparentais, que representam 17,4% da população.
A ética e a moralidade estão sofrendo uma imensa inversão de valores, seja em âmbitos familiares ou não. O investimento na educação deve ser a ferramenta para moldar a aceitação social das novas formas de família, sendo não a única, pois o respeito e o bom senso deve-se fazer presente em uma sociedade.

Infográfico:

Infografico3E20

Alunos: Sara Souza – Giovana Guedes -Lucas Lima – Mayara Lopes -3º ano E

 

 

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